terça-feira, 19 de maio de 2009

Consumismo versus Conscientização

Por:Hélia Mendes de Oliveira*

O controle, planejamento, informações com eficácia e eficiência do fluxo reverso ou cadeia secundária é denominado logística reversa. Sendo, dividida em pós-consumo e pós venda, agregando valor de ordem econômica, legal, ecológica e de imagem corporativa.
As empresas para se manterem no mercado precisam inovar, e assim, a cada dia novas tecnologias aparecem. Para atrair clientes as organizações investem fortemente em estratégias de marketing, aumentando conseqüentemente o consumismo e, com isso elevando o índice de descartabilidade dos produtos e reduzindo o seu tempo de vida útil. Diante disso as organizações precisam buscar alternativas de descarte dos produtos de pós-consumo seja por meio de reciclagem, reuso, desmanche ou disposição final para que após sua utilização pelo consumidor não seja disposto no meio ambiente de modo inadequado. Para auxiliar neste processo se faz necessário o uso de coletas eficazes, podendo ser coleta seletiva e informal, pois estas são mais específicas que a coleta domiciliar de lixo. O processo de pós-venda ocorre quando os produtos são vendidos, mas, por obsolescência, estrago ou defeito eles são devolvidos podendo ser por fatores comerciais de erros de pedidos, produtos em consignação, venda por catálogo, moda ou sazonalidade; por garantia ou qualidade e é devolvido, e pelos fatos de substituição de componentes em que o produto retorna ao mercado como um bem novo. As organizações utilizam estratégias de economia quando reciclam os produtos descartados e reutilizam através do ciclo de retorno aberto ou fechado, aproveitando os materiais constituintes como matéria-prima secundária, reintegrando-os assim ao ciclo produtivo e ao ciclo de negócios. Assim, as organizações precisam preocupar-se com o meio onde estão inseridas, concedendo a sociedade meios seguros de descartabilidade. Buscando a sustentabilidade com o eco desenvolvimento e conscientizando os seus consumidores sobre a necessidade da logística reversa.


Curso Técnico em Logística Empresarial*
Centro de Educação Profissional de Anápolis
Módulo: Logística Reversa
Professora: Ana Caruline.

Opção: Dissertação Crítica

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Sustentabilidade e Desenvolvimento

Por:Rachidh Raphael Hanna El-Homsi*


“Não há desenvolvimento sem sustentabilidade e nem sustentabilidade sem desenvolvimento.”

Se me permite, gostaria de começar o meu texto com uma citação do Secretário de Agricultura do Estado do Amazonas: Eron Bezerra.
Sustentabilidade? Que eu e você já ouvimos essa palavra, é fato. Mas será que sabemos e entendemos o seu significado? Essa palavra vai muito além de modismo e de um novo estilo de vida ao qual vamos ter que nos adaptar. Confesso acreditar que ainda não estamos prontos para isso.
Para entendermos melhor, vejamos um conceito mais detalhado sobre sustentabilidade, o mesmo diz que “Sustentabilidade é atender às necessidades do presente, sem comprometer as possibilidades de as futuras gerações atenderem às suas próprias necessidades” (Relatório de Brundtland, 1987).
Atualmente, para se agir de forma sustentável, devemos ter consciência de que nosso estilo de vida impacta diretamente com a realidade ao nosso redor.
Hoje, qualquer empreendimento humano para ser sustentável deve ser “ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito”. Mas, infelizmente, conceitos que parecem indispensáveis a nossa realidade estão distante das ações cotidianas de muitas pessoas que estão presentes em diversos grupos, empresas e governos.
Sustentabilidade é um tema em crescimento. Há muito que aprender. Mas já sabemos, até inconscientemente, que atos cotidianos como o estilo de vida e o consumo de cada um de nós, até a forma como lidamos ou deixamos de lidar com o lixo, com a maneira como usamos os recursos e energias disponíveis, e com nossas atitudes, afetam diretamente o desenvolvimento natural do planeta em que vivemos.
Devemos ser solidários com as próximas gerações... Participe você também, construa algo, deixe aos nossos descendentes sua herança: um planeta inteiramente sustentável.


*Aluno de Engenharia de Produção e Técnico em Logística - CEPA

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Pequena Empresa é rápida em adotar novidades tecnológicas

Artigo Escrito por: RETEC NEW


Data:
23/03/2009
Autor: Da redação
Fonte: Portal Inovação


As pequenas e médias empresas (PMES) brasileiras estão cada vez mais atentas às novidades tecnológicas e trocam seus aparatos eletrônicos em ritmo acima da média de outros países. A constatação é de uma pesquisa da Microsoft, em parceria com a consultoria AMI Partners, realizada em dez grandes mercados da multinacional.
Segundo a pesquisa, 44% dos pequenos e médios empresários do País trocam smartphones e celulares e 36% atualizam softwares empresariais todo ano. Nos Estados Unidos, isso ocorre em apenas 16% e 10% das companhias, respectivamente.
"Surpreende a velocidade que esses empresários estão aderindo aos novos produtos lançados", diz o gerente de marketing para pequenas e médias empresas da Microsoft, Maurício Ferreira. Uma das ferramentas que tem se disseminado é o smartphone, celular que permite acesso à internet. A adesão aos smartphones se justifica pelo perfil do pequeno empresário que, segundo a pesquisa, escolhe o equipamento para atender às necessidades empresariais, mas também pessoais.
A presença na internet, seja por meio de um site, seja por meio de publicidade, também é alta entre as PMES nacionais. Pelo menos 54% possuem sua página na web, média superior às empresas dos EUA, Reino Unido, Japão e China, por exemplo. Anunciar na internet é uma realidade para apenas 30% dos pequenos negócios no País - 49% dos empresários, porém, planejam fazê-lo dentro de um ano. "Os números comprovam que as pequenas e médias consideram vital estar presente na web", diz Ferreira.
Mas, apesar do e-mail no celular, página corporativa e anúncio online terem se firmado na agenda dos pequenos negócios, o uso de programas mais sofisticados - como os softwares de gestão empresarial - está longe de ser prática comum. Segundo o executivo da Microsoft, que inicia nesta semana um "road show" por 32 cidades do País para divulgar o uso de ferramentas e serviços de tecnologia às PMES, o custo ainda é um grande impeditivo para a adoção dos programas. Na pesquisa, 32% dos empresários apontaram softwares de gestão empresarial como a ferramenta mais importante. Aplicativos de texto, imagem e de mensagens instantâneas vieram na frente.
Para o empreendedor Agostinho Schnaider, diretor da empresa de tecnologia da informação KeepIT, tecnologia nos negócios é sinônimo de diferenciação. "Sem ela, não há perspectiva de renovação de mercado, de busca por novos clientes. Na minha área, principalmente, é vital manter-se atualizado."

Alex José Simiema professor do Centro de Educação Profissional de Anápolis - CEPA




Técnico em Logística



Perfil profissional de conclusão das qualificações


1ª Etapa: Assistente Administrativo
O egresso da 1ª etapa deverá ser capaz de:
- Atuar de forma dinâmica nas relações interpessoais evidenciadas ao desempenho profissional no mundo do trabalho;
- Compreender a estrutura da empresa e seus diferentes níveis hierárquicos;
- Dominar e utilizar sistemas informatizados (planilhas eletrônicas e editor de textos);
-Compreender e utilizar normas de higiene e segurança no ambiente de trabalho;
- Dominar e utilizar noções de matemática financeira e estatística.

2ª Etapa: Assistente de administração de materiais
O egresso da 2ª etapa deverá ser capaz de:
- Compreender como a gestão de determinada parte do processo influencia o todo e a importância da gestão integrada;
- Reconhecer a importância do gerenciamento do fluxo de produtos, da demanda e do fluxo de informações ao longo da cadeia logística;
- Executar, controlar e avaliar os procedimentos do ciclo de recursos materiais, de pessoal e de sistemas de informações;
- Compreender e utilizar a tecnologia da informação como ferramenta de produtividade e eficiência organizacional;
- Dominar e utilizar noções básicas de custos logísticos.

3ª Etapa: Analista de Logística
O aluno egresso da 3ª etapa deverá ser capaz de:
- Identificar os pontos críticos da cadeia logística e analisar detalhadamente os problemas, de forma a gerar soluções adequadas para cada situação;
- Reconhecer e utilizar de forma adequada as principais ferramentas tecnológicas utilizadas na gestão logística;
- Compreender e utilizar normas e procedimentos de qualidade para aprimoramento dos processos produtivos e dos serviços;
- Estimar e avaliar os custos das atividades essenciais da cadeia logística;
- Identificar e interpretar a legislação que regula as atividades de comercialização, tais como as normas referentes aos direitos do consumidor, aos contratos comerciais, às normas de higiene e segurança no trabalho e ao comércio exterior.

Técnico em Informática para Internet



Perfil Profissional de Conclusão do Curso Técnico em Informática para Internet
Etapa 1 : Operador de Microcomputador
O egresso da Etapa de Qualificação Profissional em Operador de Microcomputador deverá ser capaz de operar sistemas de microcomputadores, monitorando o desempenho dos aplicativos, recursos de entrada, saída e armazenamento de dados, registro de erros, consumo da Unidade Central de Processamento (CPU) e disponibilidade de aplicativos, em nível de usuário intermediário.

Etapa 2: Programador
O egresso da Etapa de Qualificação Profissional em Programador deverá ser capaz de desenvolver raciocínio lógico utilizando técnicas de programação e estrutura de dados através de algoritmos, e desenvolver projetos de software utilizando arquitetura Cliente-Servidor e Banco de Dados.

Etapa 3: Técnico em Informática para Internet
O egresso da Etapa de Habilitação Profissional em Técnico em Informática para Internet deverá ser capaz de desenvolver sistemas e aplicações para ambiente web utilizando as linguagens de marcação HTML, formatação CSS e programação Java Script e PHP em ambientes Windows e/ou Linux.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Fotos

Projeto de Logística Reversa